segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

O rebanho perdeu as asas (Resumo)

      Num certo dia, depois das aulas,um grupo de amigos decide ir  até uma casa velha habitada por cães vadios e besouros. A sua aventura passava por  destruir um enxame de besouros que aí havia.
       Ninguém queria aventurar-se. Um dosrapazes decidiu, então,  picá-lo com uma vara e, de imediato, formou-se uma nuvem de besouros, com um zumbido ensurdecedor.Cheios de medo,os rapazes desataram a correr pelo campo do tio Zé Galo, com receio de serem picados. O tio Zé Galo correu furioso atrás deles pelo campo fora.
       Estavam cheios de picadelas e as mães ficaram alarmadas, quando os viram regressar a casa.
       O pai de um dos meninos sonhava ter um dia uma colónia de abelhas e passava os dias a pensar como seria cuidar delas.
       Um dia, o velho Paulino, grande amador de abelhas, ofereceu-lhe dois enxames, pois sabia que as abelhas eram a sua paixão.
       Durante muito tempo, o pai e o filho cuidaram carinhosamente do “rebanho sem asas”, até que um dia o batatal deles foi invadido pelos escaravelhos. Muito zangado, o pai decidiu matar os “invasores” com pesticida. Mas o pesticida também  matou as abelhas… Foi uma grande decepção! O pai ficou desapontado e tristíssimo.
Pedro, n.º 22

O rebanho perdeu as asas (Conclusão diferente)

(...) 
          Numa manhã, ao abrir uma janela, ouvimos um zumbido ensurdecedor que vinha do batatal! Eu e o meu pai saímos rapidamente de casa e fomos ver o que se passava.
          Chegamos ao quintal e vimos escaravelhos aos milhares a comer as folhas das batatateiras. O meu pai ficou muito preocupado. Foi pedir ao senhor que lhe tinha dado a colmeia um conselho sobre o que fazer. Tinha pensado em deitar inseticida, mas o senhor disse-lhe que também ia matar as abelhas. Aconselhou-o a usar a agricultura biológica. Só tinha que pôr, no batatal, outros bichos que comessem os escaravelhos e que não comessem  as folhas.
         Foi exatamente o que ele fez. Os escaravelhos desapareceram de vez e as folhas continuavam verdinhas.
         Com as suas " bichinhas "  a produzirem o seu "sol" o meu pai inscreveu-se no  concurso "O MEL DO ANO" . A qualidade do seu mel era tão boa e diferente que ficou em primeiro lugar e a partir desse dia  ficou conhecido como o apicultor ecológico. 
Guilherme Cardoso

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Coraline - (Conclusão)

    Coraline, com medo de perder os pais, corre rapidamente, para o quarto para ir  buscar a boneca que lhe era mais preciosa, por ser tão parecida com ela, apesar de ter dois  botões no lugar dos olhos. Pegou nela e dirigiu-se, nervosa, para aquela portinha muito pequenina que dava acesso ao mundo mágico, onde viviam os outros pais iguaizinhos aos reais.

     Atravessou o túnel que ligava os dois mundos, apesar do pânico que tinha às imensas  teias de aranha que lhe varriam a cara como se fossem as cerdas fininhas de uma vassoura. Era um sítio sujo, com pedras e ratos que chiavam por todo o lado.

      Quando chegou ao fim do túnel, abriu a portinha e viu a sua mãe malévola transformada num monstro, com a mão levantada, em posição de quem vai dar uma estalada. A boneca, repentinamente, ganhou vida e saltou-lhe das mãos rechonchudas. Coraline fechou os olhos para a dor ser menor. Mas… não sentiu nada. Abriu os olhos e viu a sua mãe malévola parada a olhar atentamente para a boneca que tinha nas mãos. Ela percebeu que aquela boneca era a sua filha e Coraline perguntou se podia ter os seus pais de volta. Ela, a chorar, disse que podia.

A mãe malévola libertou-os da jaula, devolvendo-lhes as suas almas.

A família de Coraline foi para a sua casa e a outra família ficou a comemorar o regresso da filha.

Guilherme Cardoso

domingo, 8 de janeiro de 2012

Coraline - Resumo do filme e redação de uma conclusão

O filme conta a história de Coraline, uma menina que se mudou para uma enorme casa com os seus pais. Ao tentar encontrar um poço de água, conheceu um novo amigo, o Wybie, que lhe ofereceu uma boneca muito parecida com ela.

Coraline estava sempre a tentar chamar a atenção dos pais, mas como nunca conseguia, resolveu explorar a sua nova casa. Encontrou muitas portas e janelas, e descobriu na sala uma pequena porta tapada com papel de parede. A menina resolveu pedir à mãe para lhe abrir a porta, mas descobre que por detrás dela só existem tijolos.

De noite, Coraline vai até à pequena porta e atravessa-a. Do outro lado encontra um mundo semelhante ao seu, mas onde tudo era como ela sempre desejou. Neste lado toda a gente, no lugar dos olhos, tinha botões. A certa altura, a sua «outra mãe» diz-lhe que se ela deseja ficar naquele mundo para sempre, terá de usar botões em vez de olhos. Como Coraline se recusou a usá-los, a «outra mãe» castigou-a, prendendo-a dentro de um espelho. Neste espelho, Coraline conhece 3 fantasmas. Um deles era a irmã da avó do Wybie que tinha desaparecido quando visitou o Palácio Cor-de-rosa. Estes fantasmas contaram que a «outra mãe» lhes costurou botões nos seus olhos, e que lhes tinha comido as vidas.

Finalmente, Coraline consegue voltar ao seu verdadeiro mundo, mas quando chega a casa não encontra os seus pais verdadeiros. Então resolve voltar ao outro mundo e apostar com a «outra mãe» que conseguia encontrar os seus pais e os olhos das crianças que ela tinha aprisionado. Se Coraline conseguisse, ela libertaria as crianças e os seus pais; se não conseguisse, ela poderia costurar botões nos olhos de Coraline.

Coraline consegue encontrar os 3 olhos e, com a ajuda dos 3 fantasmas, consegue libertar os pais verdadeiros daquele espelho maléfico.

A «outra mãe», mesmo sabendo que Coraline tinha ganho a aposta, não a quis deixar escapar. Mas, com a ajuda dos fantasmas e dos pais verdadeiros, Coraline consegue derrotar a «outra mãe» e volta para o mundo real.

Já em casa, trancam a pequena porta. Coraline descobre que a «outra mãe» a espiava através dos olhos da boneca oferecida pelo Wybie e resolve destruir a chave e a boneca, para que aquela bruxa má nunca mais engane ninguém.

João Francisco Mota Rodrigues


quarta-feira, 30 de novembro de 2011

A minha sala de aula


    No primeiro dia de aulas, quando entrei na sala, gostei logo dela, pois sabia que passaria a ser a sala onde eu iria trabalhar mais.
    Na minha sala encontram-se vinte e seis cadeiras alinhadas, treze mesas, um quadro negro junto da secretária do professor, três computadores e duas janelas enormes viradas para o exterior.
    As cadeiras já não são novas e algumas estão um pouco sujas e riscadas. Fazem-me lembrar peixes organizados, todos direitinhos como num cardume.
    As mesas são de uma cor amarela clarinha e também estão direitinhas.
O quadro preto parece o céu à noite e o pozinho de giz as estrelas.
    As janelas são enormes e, por mais estranho que pareça, fazem-me lembrar uma pata de urso com três grandes dedos à frente.
    Os computadores são três e estão desligados à espera que alguém vá ter com eles.
    As paredes da sala parecem folhas de papel claro à espera de receberem os trabalhos feitos pelos alunos, para as tornar mais coloridas e, assim, dar um ar mais giro à sala.
    Existe ainda, ao fundo da sala, junto à porta de entrada, um grande quadro de cortiça onde também se pode afixar muita informação.
    Apesar de ser uma sala pequena para uma turma tão grande como é a minha, eu gosto dela porque é a minha sala, onde passo bons momentos com os meus amigos e onde aprendo coisas novas com a ajuda dos meus professores. Só tenho pena que não seja sempre para nós pois, às vezes, também recebe alunos de outras turmas.

 
Guilherme Manuel Cardoso, 5A

A minha sala de aula




 
     Já lhes falei da minha sala de aula? Nela passei bons momentos, na companhia dos meus colegas e professores.
    As suas paredes eram brancas como as folhas dos cadernos onde escrevíamos. Na sala, sobressaiam as mesas retangulares de dois lugares, todas bem alinhadas como se fossem soldados numa parada militar. As cadeiras, confortáveis e bem arrumadas, encaixavam nas mesas como os carros num parque de estacionamento.
    Nós tínhamos o hábito de pendurar as mochilas nas cadeiras como se todos os automóveis, no estacionamento, tivessem um atrelado. De dentro delas, tirávamos os nossos cadernos de capa preta – tão na moda – e pousávamo-los na mesa, de tal maneira que, se no teto da sala andasse uma aranha de sentinela, ao olhar para baixo pensaria que as mesas tinham dois olhos.
    Nos porta-lápis trazíamos sempre muitos lápis de todas as cores, que espalhávamos pela mesa… E a aranha, lá do seu posto superior, veria, não os lápis, mas um grande arco-íris com muitos tons e variantes de cada uma das cores nele existentes. 
    Ao fundo da sala havia um grande quadro de cortiça tão sarapintado de buraquinhos e pioneses como se mil moscas estivessem a ponteá-lo.
    A secretária do professor ficava no lugar do costume: junto à janela.
    Como já nessa altura, a nossa escola era toda modernaça, tivemos a sorte de ter dois quadros: o preto e o interativo. Este era tão mágico que, com a caneta, o professor fazia puro ilusionismo com o que nele escrevia…
    Todas estas recordações mantêm viva aquela que foi a minha sala de aula predileta!

Pedro David Almeida, n.º 22

A sala de aula


A primeira vez que eu vi a sala nº 1 foi o momento mais feliz da minha vida, quer dizer, mais ou menos. Eu vou contar-vos:
Quando cheguei à escola, eu e os meus colegas dirigimo-nos à sala nº1 e eu pus-me a fixar a porta de madeira grande e estreita. Pensei logo que poderia ser uma entrada para os subúrbios. Fiquei com curiosidade.
Entrei e vi o Diretor de turma alto como um arranha-céus em Nova Iorque. Ao vê-lo, fiquei com um bocadinho de receio.
Olhei muito bem e vi um quadro interativo limpo e branco. Mais parecia um bloco de neve. Fiquei ansiosa para experimentar. Mais ao lado direito, vi um quadro grande e preto, como se viesse de África. Muito atrás, discreto, estava um quadro de cortiça largo e riscado, talvez fosse uma folha com autógrafos de famosos. As cadeiras riscadas e usadas, como se estivessem numa exposição de antiguidades, alinhadas uma a uma em cada canto da sala. E, por fim, as mesas, grandes e espaçosas como se alguém as tivesse esticado com um elástico.
Foi assim o meu longo primeiro dia na sala nº1.
Carolina, nº 2